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ENQUADRAMENTO

CONTEXTO TEMÁTICO
Com o objetivo de assegurar a mobilidade das populações no eixo servido pelo ramal ferroviário da Lousã, que abrange os munícipios de Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã, na região centro do País, foi idealizado o Sistema de Mobilidade do Mondego. O projeto previa a implementação de um metropolitano ligeiro de superfície compatível com a circulação em meio urbano e suburbano – tram-train – que deveria ter entrado em operação, em 2014, caso o processo tivesse avançado de acordo com o calendário então previsto.
Com avanços e recuos, alterações e modificações, decisões e indefinições, investimentos realizados e suspensão da continuidade dos mesmos, o projeto acabou por esbarrar nos constrangimentos financeiros resultantes do PEC III, posteriormente na crise da divida soberana e no consequente pedido de resgate solicitado pelo Estado português, na primavera de 2011.
O Sistema de Mobilidade do Mondego sofreu um duro golpe, ferindo de morte o projeto do Metro do Mondego.
Com a suspensão da obra do Metro do Mondego devido aos constrangimentos económico-financeiros do País, as populações de Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã arriscam-se a ficar sem uma alternativa de mobilidade sustentável.
OPORTUNIDADE PARA A REFLEXÃO
Soluções alternativas existem e podem assegurar a viabilidade do Sistema de Mobilidade do Mondego podendo representar um investimento de apenas 25 por cento em relação ao projeto inicial.
E se em vez de um metro ligeiro de superfície se optasse por uma solução rodoviária em via dedicada, aproveitando o espaço-canal existente e que rentabilizasse as largas dezenas de milhões de euros já gastos nas empreitadas?
Apesar da conjuntura económico-financeira do País, poderá ser possível garantir a mobilidade das populações dos munícipios de Coimbra, Miranda do Corvo e Lousã, aproveitando o mesmo espaço-canal e com um investimento bastante inferior. A solução pode consistir na adoção de um sistema de transporte rodoviário em via dedicada, Busway ou usualmente denominado de BRT – Bus Rapid Transit, BHLS (Buses with High Level of Service), que, mesmo com o crecimento da procura, assegura capacidade de resposta, garantindo mais oferta.
Ao promover esta sessão de debate, a Transportes em Revista, procura contribuir para o esclarecimento, reflexão e debate de uma alternativa possível e talvez a única ao alcance da capacidade de investimento nacional e ao abrigo de recursos financeiros disponíveis no quadro da União Europeia.

«Atualmente, existem soluções rodoviárias com muitas das vantagens das soluções normalmente associadas a opções ferroviárias, as quais oferecem o custo e a flexibilidade que são permitidas pelo autocarro»
André Remédios, Engimind

PROGRAMA

14H00 | Receção dos participantes

14H30 | ABERTURA

José Monteiro Limão
Transportes em Revista

14H40 | O CONCEITO DE BUSWAY

André Remédio
Engimind – Consultores em Transportes e Mobilidade

15H05 | “KNOW HOW” NACIONAL

Manuel Relvas
Novabase

15H35 | MATERIAL CIRCULANTE

Jorge Pinto
CaetanoBus

16H05 | ENERGIA E SISTEMAS DE GUIAMENTO

Manuel Nunes
Siemens

16H30 | Coffee break

17H00 | BUSWAY É ALTERNATIVA?

Moderador: José Monteiro Limão
Transportes em Revista

Ana Bastos
Faculdade de Ciências e Tecnologia – Universidade de Coimbra

Paulo Silvestre
uMOVE – Consultores em Planeamento e Mobilidade

Álvaro Seco
Faculdade de Ciências e Tecnologia-Universidade de Coimbra

Batista da Costa
Transportes Urbanos de Braga

Faustino Gomes
TIS.PT, Consultores em Transportes, Inovação e Sistemas

19H00 | ENCERRAMENTO

* a confirmar

«Um metro ligeiro não é viável nos próximos anos quer por uma questão de custos e de procura porque a estimativa diária de 30 mil passageiros no ramal deve ser revista para a realidade.»
Álvaro Seco, ex Presidente da Metro do Mondego

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